Material gratuito

O que fazer nos primeiros 60 segundos.

Um roteiro objetivo do que observar, priorizar e decidir antes de qualquer exame voltar. É o mesmo ponto de partida da primeira fase do método Intervenha, em formato de consulta.

O que tem no checklist

Quatro blocos, na ordem em que você vai precisar.

Reconhecer gravidade antes de qualquer exame, priorizar o que não pode esperar e assumir a cena com clareza. O checklist organiza isso para que a ordem não dependa da sua memória em um momento de pressão.

  1. Impressão inicial

    O que olhar antes de abrir o prontuário e antes de sentar para a história.

  2. Sinais de deterioração

    O que indica que este paciente pode piorar enquanto você ainda está pensando.

  3. Priorização imediata

    Como decidir o que vem primeiro quando tudo parece urgente ao mesmo tempo.

  4. Comando da cena

    O que dizer à equipe para que todo mundo saiba quem está conduzindo e qual é o próximo passo.

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Checklist dos primeiros 60 segundos no paciente potencialmente grave.

Gratuito, sem candidatura. Você informa nome e e-mail e enviamos o material. Para deixar de receber contatos, é só nos avisar.

Dúvidas sobre o checklist

O que é o checklist dos 60 segundos?

É um roteiro gratuito do que observar, priorizar e decidir nos primeiros 60 segundos diante de um paciente potencialmente grave, antes de qualquer exame voltar.

Para quem é o checklist?

É para internos, recém-formados e plantonistas que querem chegar ao paciente com uma ordem de pensamento, em vez de depender da memória sob pressão.

O checklist substitui protocolo do serviço?

Não. É um material educacional, que não substitui protocolos institucionais, julgamento clínico nem responsabilidade profissional.

Preciso me candidatar à mentoria para receber?

Não. O material é gratuito e não depende de candidatura. Você informa nome e e-mail e pode pedir a exclusão dos seus dados quando quiser.

Conteúdo destinado à educação e ao desenvolvimento profissional médico. As informações e ferramentas disponibilizadas não substituem julgamento clínico, protocolos institucionais ou responsabilidade profissional.